“Qualquer dia pouca gente nos leva a sério”…
Afirmação do Presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Ordem dos Médicos Veterinários, em plena Assembleia.
1 de julho de 2008
PRESIDENTE DE QUÊ?
Pareceu a Clint às 12:32 10 a retorquir
30 de junho de 2008
OMISSÃO VOLUNTÁRIA?
Pelos vistos cumpriu-se a litúrgica Assembleia-Geral para marcação da data das eleições, não sem que o “sacerdotal” presidente da mesma revelasse desconhecimento de algumas elementares regras do “missal”… da entrada em funções da comissão eleitoral a votos brancos e nulos… entretanto lá ficou estabelecido o sufrágio para 11 de Outubro e limite para apresentação de listas o 8 de Setembro.
Sempre se perdoaria a “homilia” sobre a bondade jurídica da eventual aprovação/reprovação do parecer do Conselho Fiscal às Contas de 2007, numa reprise de má qualidade e bem refutada pelo “catequista”… o que já não se desculpa é não ter qualquer ideia sobre em que situação se encontra a Ordem face ao chumbo das ditas Contas.
Foi entretanto transmitido ao Conselho de Administração do “Veterinário precisa-se…” que o excelso presidente da Mesa da Assembleia-Geral teria afirmado não ter recebido qualquer contributo ou sugestão na sequência do pedido expresso por si em anterior Assembleia-Geral…
Enganou-se o cavalheiro… voluntária ou involuntariamente, não faço ideia… mas como se pode provar pela reprodução (parcial) da mensagem em correio electrónico, o “Veterinário precisa-se…” expressou a sua opinião a 18 de Abril, remetendo para 25 artigos de opinião!
Lá que a não considere (ou despreze) por não estar autenticada por membro da Ordem dos Médicos Veterinários ainda vá que não vá… agora que diga que não recebeu nada é omissão grosseira.
Pareceu a Clint às 16:42 5 a retorquir
27 de junho de 2008
PAGE VET
A Schering-Plough/Intervet e a Universidade Católica Portuguesa, numa interessante joint venture desenvolveram um programa avançado e uma série de seminários de gestão para clínicas veterinárias a que chamaram PAGE VET.
Decorre de 18 de Junho de 2008 a 18 de Novembro de 2009 e as temáticas vão de uma abordagem geral sobre as grandes transformações económicas, sociais, políticas, culturais e demográficas do mundo actual e respectivas consequências nos negócios, até ao marketing estratégico e merchandising, contabilidade e finanças, Recursos Humanos e Comportamento Organizacional.
De facto uma iniciativa fantástica! Com esperança acredito que pelo menos alguns dos 26 participantes neste programa se abalancem na criação (ou pelo menos no lançamento da primeira pedra) da Associação Nacional de Centros de Atendimento Médico Veterinário (CAMV).
Sobre este projecto já aqui expressara o meu apreço e o meu apoio… e parece que não estou só.
Foi no nº 7 da “Veterinária Actual” que Manuel Magalhães Sant’Ana adianta em “opinião”, que a “…exemplo da Associação Nacional de Farmácias, a Medicina Veterinária necessita de um organismo capaz de ‘introduzir no sector os conceitos de articulação e de cobertura nacional, reforçar a relação de proximidade com o cidadão e fortalecer a identidade’ dos Centros de Atendimento Médico Veterinário”
Sem querer misturar alhos com bugalhos uma coisa é certa, quer a PAGE VET, quer a Regulação dos CAMV revelam aspectos de indiscutível interesse para o futuro profissional do sector, que urge discutir e promover.
A não ser assim, os Médicos Veterinários serão actores passivos (e por isso menores) no meio envolvente da profissão o que, nesta infeliz circunstância, nos colocará como actores secundários num palco que afinal é nosso!
Pareceu a Clint às 01:47 10 a retorquir
26 de junho de 2008
FINAL REPORT
Sem aprofundar o papel e competências do Food and Veterinary Office (FVO), que aliás, no âmbito Veterinário, contou, até há bem pouco tempo, com a honrosa contribuição lusa do colega António José Ròsinha (*), sempre adiantarei tratar-se da mais relevante estrutura da Comissão Europeia na garantia do cumprimento da legislação Comunitária relativa à segurança alimentar, saúde animal, sanidade vegetal e bem estar animal.
Eis alguns extractos do relatório relativo a uma missão do FVO a Portugal (12 a 22 de Junho de 2007), publicado neste mês de Junho de 2008, de “Avaliação das acções de acompanhamento adoptadas pelas Autoridades Competentes relativas aos controlos oficiais de alimentos de origem animal, particularmente carne, leite e seus produtos” (**). O destaque é nosso.
Autoridades competentes:
- As Autoridades portuguesas não tiveram qualquer iniciativa tendo em vista a definição de responsabilidades ou no estabelecimento de procedimentos de coordenação entre as duas autoridades competentes, a DGV e a ASAE.
- Em 2006 aquelas responsabilidades sobrepunham-se parcialmente, mas agora sobrepõem-se totalmente.
- Trata-se de um desperdício de recursos quando a DGV afirma ter recursos limitados e muitas das dificuldades na aplicação do “pacote de higiene”, constatadas na missão de 2006, não foram ultrapassadas.
Registo e licenciamento de estabelecimentos:
- As autoridades competentes não dispõem de uma lista de estabelecimentos registados.
- O sistema de licenciamento dos estabelecimentos não funciona satisfatoriamente.
- Alguns dos estabelecimentos visitados estavam licenciados apesar de existirem significativas deficiências estruturais ou operacionais.
Aplicação das regras de higiene nos estabelecimentos e controlos oficiais:
- O grau de aplicação das regras de higiene e dos controlos oficiais não é satisfatório.
- Nos estabelecimentos visitados foram detectadas muitas deficiências estruturais, de manutenção, operacionais e de controlo interno.
- Os operadores e as autoridades competentes não efectuaram controlos de acompanhamento eficientemente.
- Em certos estabelecimentos de processamento de carne e leite, não foram efectuados quaisquer controlos durante três anos.
- O plano de controlo, quando existe, não é cumprido.
Outras informações
- A equipa de inspecção ficou satisfeita com as iniciativas tomadas pelo operador e pelas autoridades competentes na correcção de uma situação num matadouro em que problemas particularmente sérios tinham sido observados na missão anterior.
- Contudo, deficiências semelhantes foram observadas num outro matadouro, onde as autoridades competentes não adoptaram nenhuma acção correctiva efectiva.
Uma última referência: As Autoridades Lusas ainda não responderam às recomendações daquela missão.
Palavras para quê?
(*) Que amanhã, pelas 14:30h, toma posse como Chefe de Divisão, em regime de substituição, do Gabinete de Auditorias, conforme Despacho nº 17.316, de 29 de Abril de 2008, publicado no Diário da República nº 122, II Série, de 26 de Junho.
(**) Tradução livre e mal revista da inteira responsabilidade de Clint (da linha Eastwood - Make my day), à qual o Conselho de Redacção do “Veterinário precisa-se…” é totalmente alheio e por isso declina qualquer responsabilidade por lapsos, erros ou omissões.
Pareceu a Clint às 15:10 5 a retorquir
20 de junho de 2008
HALIBUT (*)
No âmbito do projecto “Acção escolas”, já aqui comentado, entrou em cena o “Halibut”…
Não… não foi o creme, loção, gel, emulsão, tão famoso, milagre para milhares de “assaduras”… este “Halibut” é o actor vivo do colega Ricardo Oliveira, que sem querer fez das suas em Coimbra…
A sessão educativa acabou com uma menina a dar um beijo na boca do cão “Halibut” que, sem querer, lhe “abriu o lábio”…
Quem diria que o Halibut podia ter efeitos secundários?
(*) Este é o outro halibut
Pareceu a Clint às 12:22 10 a retorquir
ENFEITIÇADO

“Eu já montava. Antes da telenovela tive umas 10 lições. Agora tudo o que vou aprendendo em termos de postura, vou aperfeiçoando em cena”, diz Rita Pereira, no papel de Alice, uma estudante de veterinária apaixonada por cavalos… na próxima telenovela da TVI “Feitiço de amor”…
Mais uma catrefada de adolescentes a correr ao curso de Medicina Veterinária na próxima candidatura de acesso ao ensino superior.
Pareceu a Clint às 03:10 5 a retorquir
18 de junho de 2008
BLOGS DESBLOQUEADOS
Ele há blogs e blogs… depois de ter bloqueado o acesso a alguns dos servidores de blogs, vem a Direcção-Geral de Veterinária (DGV) divulgar precisamente um blog… Não deve ser, só por ser de Évora…
Daqui tiro o chapéu aos futuros colegas da Universidade de Évora… e a língua de fora, agitando as mãos lateralmente à cabeça e sussurrando hnã nhã nhã nhã nhãããã… hnã nhã nhã nhã nhãããã… a todos os blogs de todas as outras Faculdades de Veterinária…
Já nem falo da ciumeira que reina aqui no Conselho de Redacção.
Pareceu a Anónimo às 11:32 3 a retorquir
17 de junho de 2008
PORTUGAL - BULGÁRIA
(Women from Varna City are Among World's Most Beautiful Women)
A História consagrou o uso do adjectivo balcanizar sempre que se arma uma confusão de nacionalidades ou etnias, culturas e religiões, regra geral com beligerância fronteiriça... Esperemos que a visita do Director-Geral de Veterinária e do Bastonário, não sejam um contributo (mesmo que modesto) para a Lusitanização dos Balcãs...
Pareceu a Clint às 15:11 10 a retorquir
SERVIÇOS VETERINÁRIOS LUSOS EM DESTAQUE
O site da Ordem dos Médicos Veterinários (OMV), em agenda, reporta o “Seminário Regional OIE - Veterinary Statutory Bodies, Private Veterinarians and Paraprofessionals in the Veterinary Services”, que decorre hoje e amanhã em Sofia, Bulgária.
A primeira conclusão que tiro é que o Sr. Bastonário não vai estar presente na Assembleia-Geral para marcação da data das eleições, e faz ele bem… o Conselho Redactorial deste blog poderá igualmente não estar presente.
Curiosamente, o seminário em causa não é anunciado nem no site do Office International des Épizooties (OIE) (apenas no site regional para a Europa), nem no da Federação dos Veterinários da Europa (FVE)… o que, de qualquer forma, não deslustra os Serviços Veterinários Lusos e a representação nacional: Director-Geral de Veterinária e Bastonário da OMV.
Se a representação da profissão é considerada a tão alto nível duas questões se colocam: foi a participação da OMV ponderada em parceria com o Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários (SNMV)? Teve o representante português na Associação Europeia dos Veterinários Oficiais (EASVO) algum papel na preparação desta intervenção da profissão Lusa?
Dirão uns que o SNMV nada tem a ver com o assunto… mas tem! É que existe um acordo de parceria entre as duas associações na definição das posições da profissão em Portugal. Aliás não somos os únicos na Europa com este modelo, por exemplo os franceses, seguem exactamente a mesma metodologia. Chama-se a isto sinergia de actuação.
Dirão outros que o representante português na EASVO também não é para aqui chamado… o que também não parece correcto! Os Médicos Veterinários Lusos (OMV/SNMV) assumiram, até há relativamente pouco tempo, a Vice-Presidência e posteriormente a Presidência daquela Associação. Existe trabalho feito, posições tomadas e até uma estratégia de alianças que importaria destacar. Chama-se a isto coerência na actuação e daí, credibilidade.
Ficamos a aguardar os ecos de Sofia… e que os “ветеринарен и санитарен контрол” sejam tão eficazes (e eficientes) como os de cá...
Pareceu a Clint às 15:04 3 a retorquir
16 de junho de 2008
VALHA-NOS SANTO ONOFRE
Não sei qual o “nível” alcançado pela “área de projecto” da Escola de Santo Onofre, a que se refere o "Jornal da Caldas - on-line", mas a preocupação com os “…problemas que atormentam a sociedade…”, parece mal equacionada.
Sei que a opinião é a priori polémica, mas acredito, ainda assim, que algum colega, menos preconceituoso, possa reflectir sobre o assunto…
O sentimento de afecto que os animais, particularmente os cães, desencadeiam nas crianças é inquestionável, não sendo por isso difícil mobilizar a “garotada” para um projecto que meta animais, ainda por cima na perspectiva da sua protecção.
Educar esse impulso natural das crianças, parece ser uma boa ideia… mas educar é também burilar, lapidar, disciplinar e enquadrar, não apenas dar expressão daquilo que já é inato nas crianças: o tal afecto pelos cães (e outros bichos).
Ora, nem o canil municipal é uma instituição (a Câmara sim…), nem a sua exclusiva preocupação a do bem-estar dos animais abandonados… (então e a Saúde Pública?).
Ter um código de posturas municipais que diz no seu artigo 56º que “Os cães… errantes ou perdidos, serão levados para o canil da Câmara e, não sendo reclamados no prazo de três dias, serão abatidos pelo Veterinário Municipal.”, sem cuidar das condições que ab initio tal postura exige (no mínimo o bem estar dos animais capturados, já para não falar de mecanismos de adopção), é no mínimo… insuficiente.
Há questões básicas que devem ser garantidas pelo Município (para isso devem ser canalizadas as verbas específicas das taxas que lhe estão associadas e parte do orçamento municipal), o “altruísmo” resultante da “área de projecto” da Escola de Santo Onofre, não pode, nem deve, superar essas lacunas.
Nem a Farmoquil, nem a Merial estão de parabéns, pois parecem ter quebrado essa questão ética primordial: obviar por sua intervenção responsabilidades da Administração Local, mais a mais sem qualquer sustentabilidade.
Deve a Escola promover junto das crianças valores que contrariem (mesmo que apenas a longo prazo) o abandono dos cães ou a adopção dos cachorros capturados; deve, sobretudo, levar os miúdos a compreender as dificuldades no combate a esse abandono e na promoção da adopção…
Agora, que a Escola crie a falsa ideia (ainda por cima nas crianças) que algo foi resolvido apenas porque o “projecto” conseguiu angariar uns quantos medicamentos… isso já me parece, não apenas insuficiente, mas até deseducativo.
(Imagem: “ícone bizantino representando Santo Onofre, datado do século IV”, in Wikipédia)
Pareceu a Clint às 12:06 5 a retorquir
12 de junho de 2008
A GRANDES MALES, GRANDES REMÉDIOS

O Conselho de Administração do “Veterinário precisa-se…” reuniu de emergência face à previsível quebra de audiência deste blog…
De qualquer modo, no final da reunião, o porta-voz do Conselho declarou laconicamente: “Parece-me, em nome da eficácia e eficiência dos Serviços Veterinários Lusos, do mais elementar bom senso a decisão do Sr. Director-Geral…”.
Pareceu a Clint às 16:42 24 a retorquir
VERSÕES

Esta não lembra ao diabo… então os editais têm versões???
Um edital é uma ordem de carácter oficial… só pode ter UMA versão. Quanto muito, se essa disposição mudou, o Edital REVOGA o anterior… mas o problema deste Edital é mais grave…
Sendo sobre os abates para auto-consumo (escreve-se assim e não autoconsumo… segundo a convenção ortográfica Luso-Brasileira de 1945), o diabo do Edital não tece uma palavra sobre isso… ao invés refere-se a matanças em que “…as carnes obtidas se destinem a ser consumidas no local.” e à “…matança tradicional…”.
Que se saiba, nem um, nem outro dos conceitos faz qualquer sentido, quando reportados ao auto-consumo.
O “consumo no local” pode (e em muitas circunstâncias é…) ser público e por isso lá se vai o conceito de auto-consumo. Por outro lado sendo a “matança tradicional” (prática que se transmite de geração em geração) a matança na exploração agrícola destinada a rechear a despensa para o Inverno, não cabe na cabeça de ninguém seja organizada por entidade pública ou privada, muito menos que a carne seja consumida no local, quando tradicionalmente se destinava à conservação.
Convenhamos… aquilo que por aí se faz não são matanças tradicionais, essas estão a acabar (feliz ou infelizmente)… mas antes, uma espécie de “festas medievais” (embora a matança tradicional tenha chegado até aos nossos dias), revivendo aquilo que se fazia nas aldeias.
Lá que o Director-Geral queira ir ao encontro da decisão política de autorizar essas “festas medievais”, nada a dizer, agora que disfarce a coisa com os abates para auto-consumo… isso é que não!
Se esta “versão” é afinal uma revogação do anterior Edital, pouco mudou: mantém-se actual o que então aqui foi dito em QUEM DÁ E TIRA PARA O INFERNO GIRA.
Pareceu a Clint às 12:44 1 a retorquir
11 de junho de 2008
LEISHMANIOSE E OUTRAS HISTÓRIAS
Indiscutível que muitos dos perigos para a Saúde Pública se acautelam com a prevenção e que esta só resulta com informação e esclarecimento. Discussões à parte sobre os requisitos que qualquer boa campanha exige (por vezes é preferível não fazer a fazer mal), sempre se aplaude o Projecto Acção Escolas da Intervet/Schering-Plough, envolvendo Escolas do ensino básico e Centros de Atendimento Médico-Veterinário.
De acordo com Maria João Fonseca, médica-veterinária do Hospital Veterinário do Restelo “As crianças são, por natureza, os grandes amigos dos animais, contudo, muitas vezes têm pouca ou nenhuma formação sobre as necessidades específicas dos seus cães, nomeadamente no que diz respeito aos cuidados de saúde”.
Sérgio Cardeira, do Hospital de Medicina Veterinária de Setúbal, explicou aos alunos da Escola Básica do 1.º Ciclo n.º 2 de Setúbal os “cuidados a ter com o seu melhor amigo - o cão”.
Maria Aires, da Clínica Veterinária Muralha (Évora), visitou a Escola Básica do 1º Ciclo de S. Mamede, numa iniciativa de sensibilização que se prolongará por Junho, sobre os “ cuidados a ter com a saúde dos cães”.
Ivo Lima, por sua vez, visitou a escola EB1 nº1 de Faro, onde abordou “a prevenção de doenças nos cães e os riscos para a saúde”.
Além destas Escolas a acção decorreu ainda na António Rebelo de Andrade (Oeiras), no Carandá (Braga), na Augusto Lessa (Porto), em Almada, Viseu, no Bairro Norton de Matos (Coimbra) e em Parceiros (Torres Novas/Leiria).
A concretização deste projecto da Intervet/Schering-Plough, em escolas de 11 cidades do país e os Centros de Atendimento Médico Veterinário seleccionados/aderentes, com o intuito de “…divulgar a importância dos cuidados básicos e os ectoparasitas mais comuns nos cães, nomeadamente a Leishmaniose…”, revela a outra face de uma profissão que vive à margem das diatribes profissionais em que andamos mergulhados desde há vários meses… a isto sim deveríamos dar importância.
Ao colega Rodolfo Neves, em cujos ombros assentaram muitas da preocupações logísticas e todo o planeamento da Acção, para não dizer a “alma” do próprio projecto, o nosso sincero reconhecimento e encorajamento para outros voos.
Pareceu a Clint às 09:35 5 a retorquir
4 de junho de 2008
POSITIVE LIST
1. A profissão veterinária tem, na Europa, uma história única no domínio da avaliação do ensino Universitário: um sistema de avaliação dos Estabelecimentos de Ensino de Medicina Veterinária, decorrente da aplicação das “velhinhas” Directivas 78/1026/EEC, de 18 de Dezembro (reconhecimento mútuo da formação veterinária) e 78/1027/EEC, de 18 de Dezembro (nível mínimo de qualificação e de requisitos de formação).
2. Esse sistema, ao tempo administrado pelo Comité Consultivo para a Formação Veterinária (ACVT - Advisory Committee on Veterinary Training), a funcionar na Comissão Europeia, foi transferido para duas instituições da Medicina Veterinária: A Federação dos Veterinários da Europa (FVE) e a Associação Europeia dos Estabelecimentos de Ensino de Medicina Veterinária (EAEVE).
O “Joint Education Committee” (JEC), que reúne membros das duas instituições é o responsável pela gestão do sistema de avaliação dos estabelecimentos de ensino da Medicina Veterinária e consequentemente está na origem da “Lista de Faculdades visitadas e aprovadas” (Positive List) que, como se depreende, resulta da intervenção dos dois sectores da Medicina Veterinária: Académico e Profissional.
Primeira grande questão: É o JEC e não a EAEVE que avalia os estabelecimentos ou seja, é no mínimo uma imprecisão dizer que a Faculdade de Medicina Veterinária de Lisboa foi avaliada pela EAEVE, para não dizer uma subtileza que pretende diminuir o papel do sector Profissional no sistema de avaliação, pois não acredito que seja por ignorância.
3. Sucede porém, que sendo a avaliação suportada financeiramente pelo Estabelecimento que a requereu, o mesmo se torna, automaticamente, “dono” dessa avaliação. Ora, com base neste princípio, a EAEVE recusa-se a tornar pública a lista de estabelecimentos visitados e avaliados positivamente (pelo menos esses), ao contrário do que tem sido a posição da FVE que defende a sua publicitação.
Se dúvidas houvesse, bastaria consultar o site da EAEVE, para perceber que o acesso à célebre positive list se encontra na área reservada (ver figura em anexo) e por isso longe dos olhares de “gente ignorante incapaz de interpretar cabalmente o alcance dessa lista”.
Se em matéria de transparência está tudo dito, ainda por cima vinda dos “Homens da Ciência”, acresce ainda que no caso da avaliação ser positiva, são essas Escolas que, na primeira ocasião, tornam pública a avaliação e a inclusão da respectiva Faculdade na positive list… simplesmente porque a referência lhes é favorável.
4. Levou-me a curiosidade a tentar ir mais longe, chegando à newsletter, da FVE, de Junho de 2007 de onde se extraiu a lista anexa: Lisboa (Universidade Técnica) na lista “em avaliação” e as restantes (a Lusófona ainda não era conhecida) na lista de “não avaliadas/avaliação negativa” (pelo menos Vila Real e Porto já tinham sido visitadas).
Desconhecendo qual o resultado final da avaliação de Lisboa (Universidade Técnica), sempre direi que, em nenhuma das newsletter da FVE subsequentes à publicação daquela lista, foi publicitada a sua entrada na positive list.
Sucede ainda que no site da Federação, aqui mesmo, para ser preciso, se verifica que os Estabelecimentos de Ensino de Medicina Veterinária por essa Europa se encontram referenciados a cores diferentes, ainda que imperceptível para daltónicos: verde para os aprovados e laranja para os outros… isto fazendo fé no código-fonte daquela página em que a insuspeita designação class=”approved” é atribuída exactamente aos estabelecimentos a verde.
Segunda grande questão: Todos os elementos disponíveis são consistentes com o facto de três Faculdades, em Portugal, terem já sido visitadas e nenhuma ter sido incluída na positive list.
E acreditem que não fico nem contente, nem realizado, por chegar a essa conclusão, apenas triste e desanimado, mais com a postura dos responsáveis dos cursos (desviante e enganadora), do que propriamente com o resultado final que, não sendo bom, só poderia ser estímulo para melhorar.
Pareceu a Clint às 17:45 19 a retorquir
30 de maio de 2008
A DATA
A não perder, da nossa vizinha Alma, num interessante post a que chama: “As Eleições”
Não posso estar mais de acordo: convocar uma Assembleia-Geral (AG), para daqui a um mês, para marcar a data das eleições é de uma total falta de responsabilidade… não porque a data não possa e deva ser marcada, mas porque para tanto não é necessário exaurir a Ordem e os seus membros de mais este recurso…
O Presidente da AG tem a competência e o dever estatutário de convocar eleições sem o recurso a mais uma AG, e mais, tem a obrigação de poupar tempo e após consultar o Bastonário, os Presidentes do Conselhos Fiscal, do Conselho Profissional e Deontológico e da Mesas das Assembleias Regionais (por elementar regra de bom senso, já que daquele grupo sairá a Comissão Eleitoral), estabelecer a data das eleições para quanto antes.
Se a AG de 2 de Junho de 2007 não tivesse sido objecto de recurso, as eleições já tinham tido lugar no ano transacto… então porquê perder mais tempo???
Porque esse é o papel que gosta de assumir… empatar. É o que tem vindo a fazer desde há muito tempo… mas de cuja responsabilidade não se livra.
Parece-me claro, à semelhança de anteriores AG (isto começa a ser assustadoramente previsível) que a data será marcada lá para 11 de Outubro, então para quê a AG? Já não há paciência…
Espero, pelo menos, que entretanto se esclareçam alguns aspectos fundamentais:
- pode o Bastonário (e os dos Conselhos destituídos) ainda interpor recurso à decisão do tribunal? E se podem (coisa que duvido) têm intenção de o fazer?
- podem ou não os actuais eleitos ser candidatos a estas eleições? Sendo intercalares, portanto para conclusão do mandato, a resposta será afirmativa, mas é bom que se “acorde” sobre isso.
- e será que têm essa intenção? Não me parece, mas também alguma luz sobre a matéria seria bem-vinda.
Mesmo que tudo corra pelo melhor, não me parece que a vida da Ordem se estabilize antes do final de um próximo mandato ou seja, nunca antes do final de 2012, por isso o tempo urge e as eleições deveriam ocorrer ainda antes do Verão, embora o afirme sem nenhuma esperança que assim aconteça… Tenho pena… muita pena.
Pareceu a Clint às 10:38 15 a retorquir
29 de maio de 2008
SEPARADOS À NASCENÇA
Segundo o “Semanário Transmontano” (edição online de 23 de Maio) …o presidente do conselho de administração do Matadouro, José Justo, terá reunido, na passada terça-feira, com o secretário de Estado da Agricultura. O também presidente da Cooperativa Agrícola de Montalegre alega que as taxas devidas à ex-direcção regional de veterinária e que agora fazem parte do processo de execução não terão sido pagas na sequência de um protocolo que mantinha com o Ministério da Agricultura e que foi suspenso por indicação do Tribunal de Contas. E, por isso, na audiência, Justo terá tentado convencer o governante a “retirar” a dívida.
Convenceu ou não convenceu? Aceitam-se vaticínios… assustador ao que o caciquismo e tráfico de influências poderão chegar.
Pareceu a Clint às 09:56 12 a retorquir
28 de maio de 2008
PADEIRA DE ALJUBARROTA
(foto de Zélia Paulo Silva, 2007.05.28, em olhares.com)
Vem esta a propósito da entrevista de D. Brites de Almeida à bimestral MGI, da polémica ASAE e da curiosa troca de galhardetes entre Ana Soeiro e o Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas (onde o CDS-PP não deixou de meter a colher -feita de pau- como aqui se noticia)…
Para além da similitude física de Ana Soeiro com a descrição que a lenda deixou de D. Brites de Almeida, subsiste ainda um outro denominador comum: o apego aos valores nacionais.
Ana Soeiro, aliás sem modéstias, assume e tem vaidade nesse papel de grande defensora dos produtos tradicionais e da sua qualidade intrínseca, muito embora a sua opinião tenha evoluído significativamente… afinal regras de higiene, tradição e qualidade já não são elementos incompatíveis como no passado deixava crer.
Não deixa de ser curioso, neste particular, a crítica de Portugal ser “…o único país da Europa que não aproveitou as derrogações permitidas pelos regulamentos comunitários…”. De facto, Portugal podia e deveria ter usado desse mecanismo, mas porque não o propôs Ana Soeiro, ao tempo, a sua adopção? Se o fez porque não argumenta sustentando-se nas informações que produziu?
Convidada a participar no último encontro da Sociedade Portuguesa de Epidemiologia e Medicina Veterinária Preventiva (SPEMVP), em Novembro passado, Ana Soeiro manifestou-se cuidadosa quanto a questões de higiene, sempre defendendo as unidades de pequeníssima produção, mas nada de chafaricas mal amanhadas…
Até aqui tudo bem, mas além de nem sempre ter sido assim, também agora não passa a ser assado, e não parece mal ou sequer que colida com o Regulamento (CE) nº. 852/2004, de 29 de Abril, o simples registo dos interessados em fazer bolinhos em casa (com ovos, que são de origem animal) para vender aos dias de feira no mercado.
Ter opinião não é delito, mesmo que seja diferente da do Ministro, até mesmo mudar de opinião… o que já se digere com dificuldade são mudanças de opinião não assumidas, condimentadas com o possível interesse numa participação mais activa que já ninguém lhe atribui… só mesmo a SPEMVP.
Já que o CDS-PP continue a reclamar, quando afinal foram os tais que tanto protestaram pela extinção destes, que agora o Ministério vem proteger com o simples registo, não parece sério, nem politicamente sustentável.
Mas fica a lição: é que em matéria de Segurança Alimentar também se esgrimem valores mesquinhos de uma certa “política” para os quais deveremos estar atentos.
Pena mesmo é que a profissão não tenha (enquanto colectivo) opinião sobre este assunto, pois, os Médicos Veterinários com intervenção a este nível mereceriam no mínimo esse reconhecimento e já agora, que o mesmo resultasse da percepção exacta do que se passa no “mundo real” e não de mera retórica.
O mesmo parece aplicar-se aos Serviços Veterinários Oficiais: continuam dissociados desse mundo real e, mesmo quando nele habitam, esquecem que os seus “clientes” agradeceriam uma intervenção mais em consonância com as suas aspirações sociais e económicas.
Talvez seja um problema de formação: em vez dos habituais aspectos tecnicistas em que as mesmas afunilam, seria bom conhecer o real impacto económico de muitas das medidas do governo na gestão da empresa agrícola e que soluções se colocam à viabilidade dessas empresas.
A não ser assim prevejo que a Direcção-Geral de Veterinária venha a ser absorvida, mais tarde ou mais cedo, pela ASAE.
Para já acredito que um bastonário de pá de forno em punho (que não fosse para arriar nos seus pares) daria muito jeito.
Pareceu a Clint às 22:33 2 a retorquir
20 de maio de 2008
ANOCAS

(http://anacs123.blogspot.com/)
Para quem quiser conhecer as aventuras e desventuras de uma Médica Veterinária Inspectora Sanitária em terras de sua Majestade…
Pareceu a Clint às 15:59 33 a retorquir
14 de maio de 2008
EFEMÉRIDES

Edward Jenner, já aqui referido, realizou a 14 de Maio de 1796, o primeiro teste da vacina contra a varíola…
212 anos depois, a Europa, e pela primeira vez na história da União Europeia (e suas antecessoras), aprovou uma estratégia para a Saúde Animal, também aqui mencionada, sob o lema “Mais vale prevenir do que remediar” (tradução livre o nosso departamento de estudos anglo-saxónicos).
Porque razão não é essa estratégia posta em prática em Portugal?
A sua execução obrigaria a que alguns rabos se mexessem na Direcção-Geral de Veterinária (DGV) e umas outras tantas cabeças arejassem um pouco, atirando para trás das costas alguns preconceitos de superioridade e autori(tarismo)dade… podiam até aproveitar o balanço das mudanças de gabinetes… a não ser que estejam à espera que a DGV mude de instalações.
Pareceu a Clint às 14:51 6 a retorquir
13 de maio de 2008
PROVIDÊNCIA CAUTELAR
Numa mensagem em correio electrónico:
“Caro(a) colega XXXXXXXXXXXX:
Novas noticias na area reservada da OMV:
2008.05.12 - Providência Cautelar”
O 5º parágrafo da notícia é ininteligível… explicações sérias sobre o assunto são bem-vindas em eutanasia@sapo.pt
Pareceu a Clint às 17:40 4 a retorquir
12 de maio de 2008
MAISON-ALFORT, VET-SUISSE AND BERLIN ADDED TO POSITIVE LIST

“The Joint Education Committee (JEC) of the European Association of Establishments for Veterinary Education (EAEVE) and the FVE met on 22 and 23 April in Vienna. The Committee, chaired by EAEVE president professor Marcel Wanner, discussed the evaluation reports of several veterinary schools. Those of Maisons-Alfort, Vet-Suisse and Berlin were added to the so-called positive list. Bristol was conditionally approved. Schools with one or more major deficiencies first need to improve their facilities or curricula before applying for re-evaluation. For a few schools, the JEC could not come to a conclusion. Discussions about these schools have been postponed to the next JEC meeting in July.”
(FVE Newsletter - May 2008)
Quais as Faculdades de Medicina Veterinária de Portugal que fazem parte desta lista positiva?
Pareceu a Clint às 16:46 4 a retorquir
“UM TIRO NA BRUMA”

Do nosso colega Manuel Cardoso, cuja veia para a escrita e espírito concatenador com o esplendor do passado, onde encontra as raízes que explicam a sua própria existência, e de onde sabe exaltar, por bondade e por orgulho, o carácter e sobretudo o lado mais profundamente humano das personagens que retrata.
Parabéns… um motivo de orgulho partilharmos a mesma profissão, o que nos torna, aliás, um pouco “donos” da sua escrita… espero puder meter-me, em breve, à leitura do próximo romance. Talvez a sericicultura e o “retrato agrícola” dessa época, possam ter essa sorte.
“Um tiro na Bruma” é também um daqueles romances que, quem se dedica à medicina das populações, não deve perder: “O tio José Oliveira estava espantado de haver tantos doentes, continuava a fazer a sua vida normal, não havia mal que lhe chegasse. Em casa, a Micas foi a primeira a ter febre, suportou-a com uns chás e salicilatos, nem foi parar à cama um dia seguido. Os filhos, todos três, parecia terem combinado adoecer de empreitada, ao mesmo tempo, fazendo um reboliço entre as criadas que, essas sim, uma a uma menos a Leonida, adoeceram com grande achaque e saíram dela com uns quilos a menos. Na família ninguém teve recaídas, o doutor Amadeu obrigou todos a consumirem fruta aos quilos - foi com laranjas que o Vasco da Gama chegou à Índia! -, e preconizou para todos também, doentes e não doentes, canjas de galinha com fatias de pão torrado e uma colher de mel ao levantar, ao almoço e ao deitar.
Retrata a vida de um médico, o doutor Amadeu (avô do autor), a “…implantação da República, as contra-revoluções e incursões Couceiristas, a Grande Guerra de 1914-1918, a pandemia de Gripe Pneumónica e o Reino da Monarquia do Norte.”, Macedo de Cavaleiros e Portugal do princípio do séc. XX.
Pareceu a Clint às 09:51 9 a retorquir
8 de maio de 2008
VET-ERUPCIONÁRIO

Depois do alerta de tsunami que aqui demos conta, o Departamento de Geofísica do “Veterinário Precisa-se…”, registou que, no Chile, um vulcão adormecido há milhares de anos entrou em erupção, tendo coberto de cinzas a região em redor…
O Departamento de Geofísica, em associação com a rede de Protecção Veterinária Nacional, admite também que a profissão venha a despertar, pela madrugada, com a ocorrência de sismo de grau 8 (escala de Richter), eventualmente seguida de erupção vulcânica, dada a instabilidade da falha geodésica da Gomes Freire… Por medida de precaução sugere-se a evacuação das “populações” residentes e o uso de máscara, devido às cinzas que virão a ser expelidas.
Pareceu a Clint às 09:55 17 a retorquir
5 de maio de 2008
ACTOS POUCO PRÓPRIOS
Enquanto a profissão vai praticando os actos que ainda pensa lhe serem próprios e se mantém absorta nas diatribes que vão dirigindo os desígnios da Ordem, outras mais atentas vão tentando apropriar-se daquilo que julgávamos nosso.
Vem isto a propósito das conclusões de um grupo de trabalho “Domínios de Intervenção do Engenheiro Agrónomo”, criado no seio da Ordem dos Engenheiros e que aparecem publicadas no último numero da revista daquela congénere, a “Ingenium”.
Este documento vem consubstanciar um conjunto de actos específicos como próprios ao membro do Colégio de Engenharia Agronómica, classificando-os em actos exclusivos, actos em que é necessária presença e actos abertos.
O documento “Actos Próprios do Membro do Colégio de Engenharia Agronómica” , propõe, entre outros, como actos exclusivos coisas como a identificação animal e a rastreabilidade de produtos e seres vivos e mesmo a elaboração e gestão de programas e projectos de prevenção, monitorização e controlo dos agentes nocivos aos ecossistemas agro-pecuários.
Não podemos deixar de considerar que, ainda assim, tiveram espírito suficientemente aberto para considerar que a gestão de um parque zoológico possa ser um acto aberto a outras categorias profissionais! O mesmo não se dirá dos actos no âmbito do bem estar animal ou dos programas de defesa da higiene e segurança alimentar onde será necessária a presença de um membro do dito Colégio.
Impõe-se uma posição firme da Ordem face ao que este processo faz adivinhar. Sob pena de só nos vir a sobrar para o acto veterinário o bem-estar do trigo roxo.
Pareceu a Humphrey às 23:31 8 a retorquir
MANIFESTO EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO
“O uso oral e escrito da língua portuguesa degradou-se a um ponto de aviltamento inaceitável, porque fere irremediavelmente a nossa identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros. Por culpa dos que a falam e escrevem, em particular os meios de comunicação social; mas ao Estado incumbem as maiores responsabilidades porque desagregou o sistema educacional, hoje sem qualidade, nomeadamente impondo programas da disciplina de Português nos graus básico e secundário sem valor científico nem pedagógico e desprezando o valor da História.” (…)
Subscreva a petição, aqui:
Pareceu a Clint às 15:07 1 a retorquir